Apagão atinge internet e telefonia na região Sul

25 de abril de 2012

Apagão atinge internet e telefonia celular em Curitiba e toda a Região Sul

Sites não abrem e há dificuldade para fazer ligações

25/04/12 às 14:23 atualizado às 14:56 Redação Bem Paraná

Um apagão atinge a internet de banda larga e 3G e telefonia celular em Curitiba e Região.  Novas informações dão conta que apagão teria atingido também Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A maioria dos sites não abre e não é possível fazer ligações entre celulares. Problema começou por volta das 13 horas. As primeiras informações são de que houve rompimento de cabos de fibra ótica da Intelig, GVT e Eletronet. Um dos rompimentos seria no Paraná e ainda não se sabe aonde aconteceram outros rompimentos. Segundo técnicos consultados pela reportagem, não há previsão para normalização dos serviços.

Foram afetados os serviços da GVT, Copel, TIM, Vivo, Nextel.

A empresa Vivo admitiu o problema mas ainda não sabe dizer a dimensão do problema.

O serviço da NET não caiu, mas a conexão está lenta. Segundo a assessoria de imprensa, o apagão não atinge os serviços da operadora da Oi.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/noticia/214046/apagao-atinge-internet-e-telefonia-celular-em-curitiba-e-toda-a-regiao-sul

Mais informações também nos seguintes sites:

http://www.gazetadopovo.com.br/tecnologia/conteudo.phtml?tl=1&id=1248033&tit=Apagao-de-internet-afeta-usuarios-do-Parana-e-outros-estados

http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5739055-EI12884,00-GVT+TIM+e+Vivo+ficam+fora+do+ar+em+estados+do+Brasil.html

http://bandab.pron.com.br/jornalismo/rompimento-de-cabos-deixa-milhoes-de-paranaense-sem-celular-e-internet-37169/

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-39–216-20120425

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Desafios, crescimento e mudanças

11 de abril de 2012

O criador do software mais utilizados no setor de transportes fala sobre sua trajetória

Bruno de Antoni está à frente de um dos negócios mais desafiadores do século 21, o desenvolvimento de softwares e plataformas de informações para o setor empresarial. Não que seja algo inovador, ou desconhecido, mas trata-se antes, de superar expectativas e lidar com alterações, demandas e novas tecnologias, diariamente.

Apesar da grande concorrência, ele conseguiu solidificar sua empresa, a Bsoft, nesse mercado competitivo e global.

Hoje, praticamente 8 anos depois de um tímido início, o software Controle de Transportadoras é o número um em downloads na internet e lidera os resultados em sites de buscas.

Conversamos com ele para saber sobre o início, os desafios e os rumos traçados para o futuro da empresa e acabamos por receber um valioso conselho para todos aqueles que pretendem entrar nesse negócio.

A entrevista, você lê na íntegra, aqui no blog:

BLOG: Quando a Bsoft foi fundada e com qual objetivo?

BRUNO DE ANTONI: O desenvolvimento do sistema Controle de Transportadoras foi iniciado em 2004, dentro de uma empresa chamada Compensados LFPP, em Imbituva, Paraná.

Mas apenas em 2006, tomei a decisão de comercializá-lo, pois vi a falta no mercado de um sistema de baixo custo. O primeiro cliente adquiriu o sistema em fevereiro de 2006, então, podemos considerar esta data como nosso começo, oficial.

BLOG: Em que região geográfica atuam?

BRUNO: Todo nosso trabalho é feito por internet, o que quer dizer que nosso alcance é global, mas atendemos a todo o Brasil com os Departamentos de Apoio aos Clientes e a médio prazo, atuaremos na América Latina.

BLOG: Quais foram os desafios iniciais?

BRUNO: Mão de obra qualificada e principalmente, aceitação dos clientes, devido ao fato da empresa estar ainda no início. Os dois primeiros anos são muito difíceis… Penso que se estivéssemos abrindo a Bsoft hoje, seria quase impossível chegar onde estamos, porque a concorrência atualmente é gigante, todos com a mesma idéia.

BLOG: Quais são os principais produtos e serviços da empresa?

BRUNO: Sem dúvida é o Controle de Transportadoras, um software para empresas ligadas a transportes rodoviários de cargas. Depois, temos o Controle Comercial, voltado para o comércio em geral e pequenas e médias indústrias. Nosso mais recente lançamento é o Localiza Carga, um  sistema que aproxima as transportadoras dos seus clientes, porque oferece uma opção direta de controle e rastreio das mercadorias e procedimentos logísticos.

BLOG: Qual é a posição da Bsoft no segmento de mercado que escolheu?

BRUNO: Somos primeiro lugar em downloads no Brasil, comprovado pelos maiores sites do segmento.

Consideramos que o Controle de Transportadoras tem o melhor custo-benefício do Brasil, porque a grande maioria dos concorrentes, pratica preços muito superiores aos nossos e oferece menos vantagens aos clientes.

Hoje, temos como clientes grandes empresas que usam nosso aplicativo, o que comprova que temos qualidade, com preços totalmente acessíveis.

BLOG: Como planejam as melhorias, ou modificações para um software?

BRUNO: Temos um departamento de projetos, que está sempre pesquisando sobre melhorias e também, a respeito de novas leis, taxas, tarifas, procedimentos e normas no setor que, diariamente, são criadas. Isso afeta nossa empresa, pois precisamos dar as soluções prontamente e quando se trata de obrigações nas esferas federais, estaduais ou municipais, fazemos isso com prioridade máxima.

Devido à quantidade significativa de usuários do software, que estimamos em mais de 8.000, recebemos muitas sugestões e solicitações que chegam a todo momento. Isso tranforma o sistema em uma fonte de funções e praticidade gigantesca.

Todas as modificações passam por três departamentos: primeiro, nosso setor comercial faz uma análise com uma visão não técnica e sim, de usuário mesmo; depois, a solicitação vai para nosso departamento de programação, que faz novas análises de viabilidade e calcula o tempo para a alteração; por fim,  a diretoria autoriza, ou não, o desenvolvimento e em caso positivo, depois de ser feita, começa a fase dos testes de qualidade pelos setores comercial, diretoria e suporte. Com isso, mantemos todo nosso pessoal ciente da alteração e nos certificamos de que as possibilidades de erros sejam mínimas.

BLOG: No caso específico do Controle de Transportadoras, durante os últimos meses, foram feitas várias adequações. A que se deve esse fato?

BRUNO: Se deve às novas leis, melhoramentos programados e muitas solicitações e sugestões de clientes.

BLOG: Isso significa que trabalham em parceria com os clientes?

BRUNO: Total! A grande maioria das modificações, partem das necessidades individuais dos próprios usuários.

BLOG: O que podemos esperar para os próximos meses, em relação aos produtos da Bsoft?

BRUNO: Várias melhorias, novos módulos, novas formas de acesso aos sistemas de transporte e comercial, como Iphone e celulares Android.

Também queremos sempre manter os preços acessíveis para pequenas empresas, o que tornará o custo melhor ainda, para as médias e grandes.

Um portal para o setor de transportes que ainda não podemos divulgar, está no forno rsrs e no “cofre”, porque o que estamos preparando, definitivamente, ainda não existe no Brasil.

Queremos também investir em sistemas de comunicação entre empresas através de webservices, pois temos uma grande experiência neste assunto.

E por último, lançaremos um novo produto em 2012, cujos detalhes ficarão para quando estiver pronto, mas o que podemos adiantar é que ele será de grande utilidade para empresas de qualquer setor e tamanho. Fiquem atentos… rsrs

BLOG: Qual é sua mensagem pessoal para os que estão começando a carreira no mercado de desenvolvimento de softwares?

BRUNO: Se tiver uma idéia inovadora, trabalhe 24 horas por dia para colocá-la em prática. No início, nada vai substituir seu esforço; tudo que investir de seu trabalho no começo do processo, irá aparecer como resultado no futuro.

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Manutenção na SEFAZ MS e SP

9 de março de 2012

Prezados clientes,

No próximo  domingo 11/03, os webservices dos estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo irão realizar manutenções programada conforme comunicados  abaixo.

Mato Grosso do Sul:

A SEFAZ-MS fará uma parada para manutenção de alguns sistemas e o sistema de autorização do CT-e ficará indisponível no dia 11/03/2012(DOMINGO) das 17h às 22h (horário local). Os contribuintes poderão durante esse período utilizar as alternativas previstas na Resolução SEFAZ/MS 2296/2010 e 2315/2011 para emissão de seus conhecimentos.

Acessar na íntegra o comunicado SEFAZ-MS

São Paulo

Prezados Contribuintes, Informamos que a SEFAZ/SP realizará uma parada para manutenção em seus sistemas do CT-e no próximo domingo, dia 11/03/2012, das 08h00 às 14h00. Neste período os contribuintes poderão utilizar quaisquer alternativas de contingência previstas na legislação.

Acessar na íntegra o comunicado SEFAZ-SP

Ir ao portal nacional do CT-e

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Parada programada - Nova sede da Bsoft

1 de março de 2012

Caros Parceiros Comerciais e Clientes:

A Bsoft trabalha constantemente para oferecer o que há de melhor em tecnologia e softwares, para cada um de nossos clientes.

Por isso, a partir da próxima semana, passaremos a operar numa nova sede, com o que há de mais moderno em termos de estrutura, ambiente de trabalho e rede.

Operacionalmente, teremos que fazer uma alteração em nossa rotina de trabalho que acarretará, no seguinte:

· No próximo domingo,  dia 04/03 os clientes do sistema WEB ficarão sem acesso ao sistema a partir das 06:00 horas até as 12:00 horas, podendo retornar antes do programado.

Tenha em mente que estamos fazendo essa modificações para oferecer cada vez mais e melhores serviços à sua empresa.

Bsoft: trabalhando por você!

Atenciosamente,

Bsoft Internetworks

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Cadeia V2 de certificados necessita atualização do Windows

16 de fevereiro de 2012

Falta de atualização do sistema operacional gera problemas na emissão de documentos fiscais

Muitos usuários têm relatado problemas e dificuldades na emissão de NF-e e outros documentos fiscais eletrônicos, nos últimos dias.

Isso acontece em todo o país e não está relacionado a nenhum software de emissão, ou gerenciamento, e sim, ao sistema operacional dos usuários.

O problema acontece, sobretudo, com as empresas que adquiriram o Certificado Digital da Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil V2, no ano de 2012, porque, entrou em vigor no dia 1° de janeiro de 2012 a cadeia V2, nova plataforma hierárquica da certificação digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Com a alteração, nenhum certificado digital poderá ser emitido nas antigas cadeias, V0 e V1. A mudança, prevista pelas resoluções 65 68, faz parte das adequações aos novos padrões criptográficos estabelecidos pelo comitê gestor da ICP-Brasil, em 2009.

O Certificado Digital é, a grosso modo, uma “assinatura” da empresa, que atesta a sua identidade digital. Caso ela não seja reconhecida pelo sistema da Secretaria da Fazenda, o seu documento não será validado. É como a conferência de assinatura no banco, quando colocada num cheque… Se estiver diferente, ou não for conhecida, o valor não será pago.

Sua empresa pode estar com dificuldades na emissão de documentos fiscais se:

  • Seu Certificado Digital foi emitido em 2012
  • O sistema operacional do equipamento onde ele foi instalado é: Windows Seven, Vista, 2003 ou XP
  • A raiz do Certificado é V2 ou V3

Nossos clientes do Controle de Transportadoras e do Controle Comercial têm entrado em contato com o nosso Suporte para tirar essas dúvidas. Contudo, nossa experiência e constantes atualizações nos softwares, nos levaram a detectar o erro como relativo à raiz do Certificado.

Por isso, para corrigir o problema, a Bsoft aconselha que o usuário:

  • verifique se o Certificado Digital foi corretamente instalado
  • verifique qual é o sistema operacional que utiliza
  • atualize o sistema operacional caso não esteja conseguindo emitir documentos fiscais eletrônicos
  • entre em contato com a empresa que forneceu a Certificação Digital e solicite auxílio para a solução do problema

E é claro que voce sempre pode contar com a nossa ajuda, seja através do Suporte ou do Help Desk, abrindo um chamado.

Bsoft: trabalhando por você!

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Novos procedimento para emissão de CT-e

10 de fevereiro de 2012

Controle de Transportadoras está pronto com o novo pacote da Receita Federal

Em dezembro de 2011, a Secretaria da Fazenda brasileira liberou uma série de ajustes relacionados ao documento fiscal Conhecimento de Transporte Eletrônico, o CT-e, que você já conhece e usa em sua transportadora.

A medida teve como objetivo corrigir algumas falhas e tapar alguns “buracos” que só poderiam ser encontrados na prática com o próprio uso do CT-e pelas empresas e registros de reclamações, ou dúvidas por parte dos usuários junto à Receita Federal.

As alterações foram propostas e atualizamos o Controle de Transportadoras para se adequar a legislação vigente, tornando-o preparado para atender as especificações técnicas propostas pelo governo.

O que foi modificado?

Bem… Muita coisa, mas você pode ficar tranquilo porque é nosso trabalho facilitar a sua vida.

Gostaríamos de salientar que toda empresa de softwares que se propõe a um trabalho sério, como nós aqui da Bsoft fazemos, está sempre em contato com as novas tecnologias, inclusive, sugerindo modificações para a melhoria de sistemas.

E isso é feito através do retorno que recebemos de nossos clientes, seja através do Help Desk, seja pelo atendimento telefônico da nossa Equipe de Suporte.

Selecionamos uma lista das principais modificações, para que você tenha conhecimento das alterações no software:

• Inclusão do suporte a contingência para as Sefaz Virtuais (RS e SP);

• Criação de campos para informação de data/hora e justificativa para entrada em contingência;

• Criação do grupo de informações com dados da cobrança (fatura e duplicatas) para utilização pelo transportador que entender ser vantajoso junto ao relacionamento com o cliente tomador do serviço. Ao ser gerado o faturamento especificamente para o CT-e emitido, os dados da fatura são transmitidos também no seu XML;

• Alteração no grupo de informações dos impostos, com a especialização de grupos para quando a responsabilidade do recolhimento do ICMS atribuído ao tomador ou terceiro por substituição tributária (ICMSST), e para quando o ICMS devido para a UF de origem de prestação quando diferente da UF do emitente (ICMSOutraUF), e para o Simples Nacional (ICMSSN);

Nesse ponto é importante observar que foram alterados os códigos de Situação Tributária de 80 para 60 – (Recolhimento do ICMS atribuído ao tomador ou ao 3º previsto por ST) e de 81 para Outra UF (ICMS devido à outra UF)

• Alteração do RNTRC para aceitar somente o novo código de 8 dígitos (empresas recadastradas junto à ANTT);

• Envio do CIOT - Código Identificador da Operação de Transporte (Conta Frete, também conhecida como Carta Frete Eletrônica). Anteriormente era necessário também informar o código nos dados adicionais do CT-e, agora existe um campo específico para informação desse código;

• Criação de campo para informar o modelo da Nota Fiscal relacionada ao Remetente, somente serão aceitas notas no modelo 01/1A, 04 - Produtor, NF Avulsa;

• Alteração para aceitação de “ISENTO” na Inscrição Estadual do proprietário do veículo.

• Verificação do Dígito de Controle das chaves de acesso das NF-e´s transportadas, trazendo mais segurança à geração do CT-e;

IMPORTANTE: O prazo de cancelamento do CT-e foi reduzido de 60 dias para 7 dias.

O que você precisa fazer para ter o seu software atualizado?

Nada! As atualizações continuamente propostas realizam isso automaticamente e é claro que, em caso de dúvida, você pode contar com o nosso Suporte, sempre que precisar!

Bsoft: trabalhando por você!

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Defasagem dos fretes no Brasil ainda é de 11,95%

3 de fevereiro de 2012

Pesquisa do DECOPE aponta que crescimento econômico de 2011 contribuiu pouco para a recomposição dos fretes rodoviários de carga.

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística- NTC está divulgando pesquisa que revela a necessidade das empresas de transporte de cargas recuperarem suas tarifas. O SETCERGS, que é sócio da NTC, por meio de sua Comissão de Equilíbrio Concorrencial, ratifica o estudo da Entidade Nacional.

A seguir se transcreve o manifesto da NTC que fundamenta as razões da defasagem, que deverá ser repassada ao mercado a partir do mês de fevereiro.

“Apesar do crescimento do PIB brasileiro em torno dos 3%, o ano de 2011 foi muito instável para o transporte rodoviário de carga, alternando meses bons com ruins. No geral, a evolução do setor não foi suficiente para recompor os fretes praticados, que continuam defasados em relação aos seus custos.

Neste cenário, pesquisa realizada pelo DECOPE (Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos, da NTC&Logística) detectou que o frete cobrado ainda continua defasado em 11,95%.

Desde 2007, a NTC&Logística vem alertando seus associados e o setor como um todo para os efeitos deletérios do aviltamento do frete. Exemplos não faltam e podem ser vistos nas ruas e rodovias brasileiras, no estado precário da frota nacional de caminhões, no alto índice de acidentes envolvendo veículos de carga por falta de manutenção, na elevada emissão de poluentes e a média salarial do setor.

Como se não bastasse a cobrança de fretes abaixo dos custos, a pesquisa indicou que várias empresas transportadoras, simplesmente, continuam abrindo mão de componentes tarifários essenciais, como GRIS e Frete-Valor. Além disso, o transporte de carga vem enfrentando grandes desafios, imposições e restrições, tais como:

• Atrair anualmente cerca de 120 mil pessoas para a profissão de motorista, assim como mão de obra de carga e descarga;

• Renovar a sua frota que, atualmente atinge idade média de 19 anos;

• Atender as restrições impostas a circulação de caminhões em cidades e rodovias, pricipalmente em São Paulo na zonas de restrição e agora recentemente nas marginais Pinheiro e Tietê;

• Cumprir novas exigências ambientais, do PROCONVE 7, que além de exigir o uso do ARLA 32, encarecerá significativamente tanto os veículos quanto o combustível; (veículos deverão custar + 8% e combustível entre 5 e 10%);

• A diminuição da produtividade dos veículos em função do aumento do trânsito, filas e congestionamentos pontos de carga e descarga, entre outras; as normas dos grandes atacadistas, hipermercados e magazines que exigem horário (agendamento) que na grande maioria não cumprem, acarretando grandes custos de permanencia de veículos para a efetiva descarga;

• Normas de paletização por item de produto, o que acarreta tempo para picking e maior frota para a entrega.

Cumprindo o seu papel, a NTC&Logística vem, mais uma vez, alertar os empresários do setor para a necessidade imediata de se atualizar os valores tarifários,colocando um fim nesta defasagem tarifária. Sem isso, será muito difícil enfrentar os desafios atuais e futuros.

Evidentemente, o percentual médio de 11,95% é apenas o mínimo desejável para equilibrar receitas e despesas. É preciso também assegurar lucros que possibilitem os indispensáveis investimentos futuros.

A NTC&Logística também recomenda às empresas do setor que não abram mão,sob qualquer pretexto, do ressarcimento de custos significativos cobertos pelos demais componentes tarifários como o frete-valor, o GRIS, a cubagem e as generalidades.

É importante lembrar, mais uma vez, que o Brasil vem crescendo, precisa crescer e com certeza crescerá nos próximos anos. E, o setor rodoviário de carga tem um papel importante e deve contribuir para que o transporte não se transforme em obstáculo para o crescimento do País.”

por Joao Batista Antunes, quarta, 1 de Fevereiro de 2012 às 14:25

Fonte: https://www.facebook.com/notes/joao-batista-antunes/defasagem-dos-fretes-ainda-%C3%A9-de-1195/227672737321148

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Carta-frete ainda é prática no país

1 de fevereiro de 2012

ANTT adia o início da fiscalização

Lei 12.249, de 10 de junho de 2010, através do seu artigo 128, acabou com a carta-frete como meio de pagamento aos caminhoneiros autônomos.

Porém, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu adiar o início da fiscalização para punir empresas que ainda se utilizam desse sistema.

Para quem não está familiarizado com o conceito, segundo José Augusto Valente, Secretário de Política Nacional de Transportes, do Ministério dos Transportes, entre 2004 e 2007:

“(…) carta de frete, ou carta-frete, é um pedaço de papel, que vale como dinheiro em alguns lugares específicos - que traz duas consequências funestas para os autônomos:

1. A carta-frete não é um instrumento legal que serve para comprovação de renda dos autônomos e, portanto, impede que eles utilizassem o programa Procaminhoneiro, do BNDES, que financia automóveis usados para essa categoria, com prazo de carência, juros baixos e a possibilidade de utilizar o veículo como garantia do financiamento;

2. Ela restringe a escolha de postos de abastecimento e restaurantes nas estradas, pelos caminhoneiros, porque eles só podem utilizá-la para pagar despesas em determinados estabelecimentos.”

De acordo com a ANTT, as empresas teriam até o dia 23 de janeiro de 2012 para adaptarem-se às novas regras, que preveem o pagamento do frete apenas por depósito em conta corrente, ou por meio de cartões de débito.

Mas na terça-feira, 24 de janeiro, sem dar maiores explicações às associações do setor, a ANTT decidiu prorrogar novamente o prazo para início do que chama de fiscalização punitiva. “Adiamos por prazo indeterminado, continuaremos a fazer a fiscalização de orientação, mas ajustes ainda precisam ser feitos para que possamos iniciar as punições”, afirmou Noboru Ofugi, superintendente de Serviços de Transporte de Carga. Mesmo assim, segundo ele, a carta-frete já está proibida e seu uso está em declínio desde abril, quando a lei passou a vigorar.

Ou seja: não pode ser mais usada, mas a fiscalização e punição para quem ainda a pratica junto aos caminhoneiros autônomos, não começará nem agora, nem em alguma data estabelecida no futuro…

Ainda de acordo com Ofugi, o superintendente de Transportes de Cargas da agência, o problema dessa vez ocorreu porque os bancos de dados da ANTT precisam de ajustes e os sistemas da agência não estariam conversando com as transportadoras. A partir de agora, para cada contrato de transporte, uma transportadora terá que entrar no site da ANTT, registrar o movimento da carga no código do caminhoneiro, que terá que ser registrado na agência, para então emitir um número que será o registro da transação. Só com ele a transportadora poderá fazer o pagamento ao caminhoneiro autônomo.

Nos terminais de carga mais movimentados do país, os caminhoneiros autônomos continuam de olho, mas com poucas esperanças. A maioria não acredita que uma prática com mais de 50 anos, possa ser regulamentada e fiscalizada, a curto prazo.

Aliás, segundo eles, a carta- frete continua sendo a moeda corrente. “A verdade é que no interior do país ainda tem muito, principalmente no Nordeste e mesmo no interior de São Paulo”, conta Carlos André Cardoso, que aos 34 anos de idade já contabiliza 16 deles na boleia de um caminhão. “E se faltar carga, a gente pega com carta-frete mesmo, não tem jeito”.

Para saber mais sobre a lei que acaba com a carta-frete, aqui.

Clique aqui para ler a íntegra da Lei 11.442/2007, que regulamenta a atividade do transporte rodoviário de cargas.

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Cuidado com suas Notas Fiscais!

25 de janeiro de 2012

Novos prazos de cancelamento de NF-e entaram em vigor no começo deste ano

Ano novo, resoluções novas…

Essa foi a surpresa da Secretaria da Fazenda brasileira, que mudou a resolução e gera dores de cabeça para os Departamentos Fiscais das empresas.

O Ato COTEPE/ICMS 33 documenta a alteração do prazo para cancelamento da NF-e pelo emitente, que passa a ser não superior a 24 horas (1 dia), contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e e outras condições, conforme Ato Cotepe ICMS 35 de 24 de dezembro de 2010.

O novo prazo de cancelamento entrou em vigor no dia 02/01/2012, considerando o feriado do primeiro do ano.

De acordo com o Ato COTEPE/ICMS nº 33/08 e artigo 2º do Ato COTEPE 13/10, alterado pelo Ato COTEPE/ICMS 35/10, que dispõe sobre os prazos de cancelamento de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e de transmissão de NF-e emitida em contingência, conforme disposto no Ajuste SINIEF 07/05, a partir de 1º de janeiro de 2012:

I - poderá o emitente solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não superior a 24 horas, contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às demais normas constantes do Ajuste SINIEF 07/05;

II - na emissão de NF-e em contingência, excetuada a hipótese da utilização do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional - SCAN, o emitente, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos e até o prazo limite de 168 horas da emissão da NF-e, deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência, observada a disciplina do Ajuste SINIEF 07/05.

Em relação ao inciso I, note-se que até 31/12/2011 o prazo para cancelamento da NF-e é de até 168 horas (7 dias), contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às demais normas constantes do Ajuste SINIEF 07/05, conforme previsto na redação original do artigo 1º do Ato COTEPE/ICMS nº 33/2008.

Preparamos um resumo para os clientes do Controle de Transportadoras e do Controle Comercial repassarem aos seus Departamentos Contábeis:

Condições para o cancelamento

A nota fiscal modelo 1, 1-A ou a NF mod. 55  já emitida poderá ser cancelada somente antes da saída efetiva da mercadoria do estabelecimento, em virtude da hipótese de não ocorrência do fato gerador do tributo.  Não há nenhuma previsão legal para se cancelar uma nota fiscal emitida após a saída da mercadoria.

Novo prazo para cancelamento

Caso haja necessidade de cancelar a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), mod. 55, o contribuinte deverá solicitar o seu cancelamento mediante Pedido de Cancelamento de NF-e, transmitido à SEFAZ, observadas as disposições da legislação pertinente em vigor e desde que:

a) não tenha ocorrido a circulação da mercadoria;

b) que esteja dentro do prazo de cancelamento.

A partir de 01.01.2012, o prazo máximo para cancelamento da Nota Fiscal Eletrônica passará de 7 dias (168 hs) para apenas 1 (um) dia, ou seja, 24 horas contado do momento em que foi concedida a respectiva autorização de uso (momento do retorno do OK pela Sefaz)  (Ato COTEPE/ICMS Nº 35/2010).  Se não houver, eventualmente, nenhuma prorrogação deste prazo, todos os contribuintes emitentes da NF-e, deverão a partir de 01.01.2012 observar o prazo de apenas 24 hs (1 dia), contado da hora da emissão, para o cancelamento da NF-e.

Cancelamento fora do prazo – Penalidade

Se eventualmente, o contribuinte emitente da NF-e precisar cancelar uma NF-e já emitida e ultrapassar o prazo acima, ainda assim poderá enviar o pedido de cancelamento da NF-e à SEFAZ, pois o sistema aceitará a solicitação, porém estará sujeito à multa equivalente a 10% (dez por cento) do valor da operação ou prestação constante do documento fiscal, nunca inferior a 15 Ufesps (R$ 261,75 até 31.12.2011.  A partir de 01.01.2012, por volta de R$ 280,00)  por documento.

Carta de correção

A partir de 01.07.2012, não mais poderá ser utilizada a carta de correção em papel para, eventualmente, sanar erros em campos específicos de NF-e. Haverá a partir daquela data, uma carta de correção eletrônica, a ser utilizada nos mesmos moldes e para as mesmas finalidades da carta de correção em papel.

Você pode encontrar o texto legal no site da Secretaria da Fazenda, nesta página.

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Importar dados com um click

18 de janeiro de 2012

Controle de Transportadoras  agrega funções e importa dados da SEFAZ

Bem vindos ao Blog Bsoft em 2012!

Preparados para um ano de trabalho intenso, desenvolvimento surpreendente e novidades tecnológicas?

Nós, por aqui, já estamos!

E para começar, queremos avisar a todos, que o Controle de Transportadoras, o software mais vendido na área de logística, está com novas funções.

Como você vem acompanhando aqui pelo blog, a Receita Federal fez uma série de ajustes para normatizar as regras de emissão de documentos fiscais.

Muitas das modificações não são mais apenas planos; as leis estão regulamentadas e a obrigatoriedade de emissão de NF-e e outros tributos federais e estaduais, por via eletrônica e unificada, fazem com que todas as empresas tenham que ajustar seus sistemas para ficarem em conformidade com as leis.

No que diz respeito aos produtos da Bsoft, trabalhamos bastante em 2011 para que as funções se automatizassem.

Agora, com o objetivo de facilitar ainda mais o controle fiscal de sua empresa, implementamos no Controle de Transportadoras, uma alternativa muito simples: a importação dos dados do arquivo XML, direto do site da SEFAZ Estadual.

Com isso, ao lançar as notas de entrada, basta apenas importar o arquivo XML, que trará todas as informações. Isso vale também para as emissões de CTRC ou CT-e.

Ou seja, o que você demorava para fazer — digitar os dados, conferir endereços, verificar os dígitos, etc. — realiza instantaneamente, com a nova função do programa, que em breve, também estará disponível no Controle Comercial.

Você também já sabe, mas é sempre bom repetir: todas as suas dúvidas podem ser tiradas com a equipe de suporte, na aba “Atendimento” do nosso site, ou por telefone. Se preferir o caminho eletrônico, basta que entre num Chat ou abra um chamado no Help Desk e sua resposta virá rapidamente, sem complicações.

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