Nos dias de hoje podemos encontrar dois tipos de empresas: aquelas que sabem que estão vulneráveis a hackers e aquelas que nem tem ideia de que podem ser hackeadas. Infelizmente, todas elas tem algum tipo de vulnerabilidade e estão suscetíveis a vários tipos de ataques.

Segundo Phil Scarfo, vice-presidente comercial e de marketing da empresa Lumidigm, o que mais diferencia uma organização de outra no aspecto segurança são as medidas atualizads e dinâmicas de proteção que são praticas para reduzir vulnerabilidades e prevenir fraudes. “Trata-se de um interminável jogo de gato e rato. Ao mesmo tempo em que existem sistemas destinados a nos proteger, há também aqueles com o único propósito de derrotá-los. Por isso é tão importante estar sempre atento a novas modalidades de fraude”.

Scarfo explica por que a tecnologia biométrica com base na imagem multiespectral das impressões digitais vem ganhando cada vez mais clientes em todos os segmentos da economia. “Qualquer sistema em uso para impedir um acesso não autorizado ou detectar uma identidade fraudulenta é vulnerável a ataques. Nenhum sistema, por mais bem projetado que seja, é 100% seguro por muito tempo. Antes da tecnologia biométrica, tivemos (e ainda temos) o uso de senhas – que são usadas há mais de 50 anos –, os smart cards, os tokens etc. Todos oferecem um nível de segurança temporária. A autenticação de uma pessoa através de sua impressão digital identifica ‘quem’ está fazendo ‘o que’ em determinado momento ou processo. Ainda assim, investimos muito do nosso tempo e recursos para que nossa tecnologia classifique corretamente 99,5% das pessoas e das impressões digitais falsas”.

Clique para conferir a matéria completa

Fonte: The São Paulo Times

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.