(Last Updated On: 30 de abril de 2014)

Os números de acidentes nas rodovias federais no Brasil são comparados à quantidade de mortes na guerra civil iraquiana e a imprudência dos motoristas ainda é apontada como a maior causa dos acidentes.  São inúmeros os flagrantes que mostram motoristas se arriscando nas estradas, na absurda tentativa de “economizar” e não pagar o pedágio.

No anel viário que interliga sete rodovias paulistas (Rodoanel), quase 170 mil carros furaram os pedágios no ano passado. Uma média de aproximadamente 20 carros por hora cometendo esse tipo de infração.

A suposta ação de “esperteza” pode até funcionar na hora, não pagando a tarifa, mas a conta com certeza irá chegar em casa e não será barata. Isso porque ao contrário do que alguns motoristas pensam, todos os veículos são gravados na entrada e na saída das cabines e essas imagens podem ser usadas para multar o infrator.

Muitas vezes os motoristas não tem intenção de furar o pedágio, pois o sensor do tipo “Sem Parar” pode não funcionar e eles param para ver o que aconteceu, ou ainda, para pagar a tarifa em caso de defeito no sensor.

Para aqueles que tem a intenção de realmente não pagar e seguem viagem, os fiscais da pista anotam as placas, além das câmeras registrarem tudo.

“Muitos não tem a noção de serem observados. Eles fazem pelo intuito simplesmente de não pagar ou às vezes desavisados. Mas essa passagem pela praça de pedágio sem pagamento ela traz essas consequências: a multa e o risco de segurança”, explica o diretor de operações da Artesp, Giovanni Pengue Filho.

Essas práticas não são exclusividade das rodovias paulistas e as cenas se repetem com frequência em várias praças de pedágio, ocasionando acidentes muitas vezes. Na tentativa de levar uma suposta vantagem, o motorista não reduz a velocidade e acaba pondo em risco a sua própria vida e dos profissionais que trabalham nas praças de pedágio.

Fonte: Jornal Hoje – 28/04/2014 / Imagens Globo e Notícias Automotivas

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